
No centro de acomodação para vítimas das cheias em Guara Guara, na província de Sofala, distrito do Búzi, a situação de emergência é agravada por duas preocupações graves denunciadas pelos deslocados: a monotonia alimentar e a ocorrência de violência sexual.
Por um lado, os acomodados queixam-se de consumir a mesma comida diariamente, um factor que afecta o bem-estar e a moral das famílias já fragilizadas pela perda de casas e bens. Por outro lado, e de forma mais alarmante, há relatos de focos de violação contra mulheres e crianças no seio do abrigo, criando um ambiente de medo e insegurança.
Em resposta a estas tensões, o Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino, que visitou o local, apelou à calma da comunidade. O governante sublinhou que as práticas de violência devem ser combatidas de forma exemplar, uma vez que desviam a finalidade do lugar que, neste momento, destina-se a oferecer abrigo e proteção às famílias afectadas pelas cheias.
A intervenção do ministro procurou acalmar os ânimos, no entanto, as queixas dos deslocados evidenciam desafios urgentes que vão além da assistência humanitária básica, exigindo medidas específicas para garantir a segurança, especialmente de mulheres e crianças, e para diversificar a assistência alimentar providenciada no centro.
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