
O ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa, reiterou esta quarta-feira, na Assembleia da República, que o Governo não aprovou quaisquer novos benefícios para os antigos Chefes de Estado, sublinhando que o actual quadro legal se mantém inalterado há mais de uma década.
Falando durante uma sessão de esclarecimento aos deputados, o governante explicou que os direitos atribuídos aos antigos Presidentes da República foram estabelecidos na década de 1990, tendo sido alvo de revisões pontuais ao longo dos anos, sendo a última em 2011, sem que desde então tenham sido introduzidas novas regalias.
Segundo Impissa, o recente decreto aprovado não cria direitos adicionais, limitando-se a enquadrar e clarificar normas já existentes, numa tentativa de uniformizar a interpretação da legislação em vigor.
“Não há, em nenhum momento, a criação de novos benefícios. O que existe é a reafirmação de direitos que já estavam consagrados na lei há vários anos”, declarou.
O ministro procurou também desmentir informações que têm circulado na esfera pública, consideradas imprecisas ou descontextualizadas, sobretudo no que se refere à alegada atribuição de habitação custeada pelo Estado.
“Não corresponde à verdade que os antigos Chefes de Estado tenham direito a casas pagas pelo Estado. O que está previsto é um apoio limitado para a manutenção das suas residências”, esclareceu.
De acordo com o governante, esse apoio consiste numa verba mensal estimada em cerca de 8 mil meticais, destinada a despesas de conservação e reparação, valor que classificou como modesto quando comparado com os encargos habitacionais suportados pela maioria dos cidadãos.
As declarações surgem num momento em que o tema das regalias atribuídas a antigos titulares de cargos públicos tem gerado debate e alguma controvérsia na sociedade moçambicana, alimentada por interpretações divergentes sobre o alcance da legislação.
Analistas consideram que a necessidade de maior transparência e comunicação institucional é fundamental para evitar equívocos e reforçar a confiança pública nas decisões do Estado. Por sua vez, sectores da sociedade civil defendem uma revisão mais ampla do regime de benefícios, de modo a adequá-lo ao actual contexto económico do país.
Apesar das críticas, o Executivo mantém a posição de que o enquadramento legal vigente é suficiente e não contempla qualquer alargamento de privilégios, reafirmando o compromisso com a contenção da despesa pública e a gestão responsável dos recursos do Estado. privilégios para antigos Chefes de Estado
O ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa, reiterou esta quarta-feira, na Assembleia da República, que o Governo não aprovou quaisquer novos benefícios para os antigos Chefes de Estado, sublinhando que o actual quadro legal se mantém inalterado há mais de uma década.
Falando durante uma sessão de esclarecimento aos deputados, o governante explicou que os direitos atribuídos aos antigos Presidentes da República foram estabelecidos na década de 1990, tendo sido alvo de revisões pontuais ao longo dos anos, sendo a última em 2011, sem que desde então tenham sido introduzidas novas regalias.
Segundo Impissa, o recente decreto aprovado não cria direitos adicionais, limitando-se a enquadrar e clarificar normas já existentes, numa tentativa de uniformizar a interpretação da legislação em vigor.
“Não há, em nenhum momento, a criação de novos benefícios. O que existe é a reafirmação de direitos que já estavam consagrados na lei há vários anos”, declarou.
O ministro procurou também desmentir informações que têm circulado na esfera pública, consideradas imprecisas ou descontextualizadas, sobretudo no que se refere à alegada atribuição de habitação custeada pelo Estado.
“Não corresponde à verdade que os antigos Chefes de Estado tenham direito a casas pagas pelo Estado. O que está previsto é um apoio limitado para a manutenção das suas residências”, esclareceu.

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