Preto & Branco

Lutero Simango na sedução de 600 delegados

São esperados 600 delegados do Movimento democrático de Moçambique (MDM) para votar na sucessão do Daviz Simango na liderança deste partido, com o seu irmão mais velho e chefe da bancada parlamentar, Lutero Simango, a congratular-se como o único capaz de dar vitalidade a esta formação política que a assume moribunda.

Está agendado para os próximos dias 3 a 5 de Dezembro, na cidade de Beira, o III Congresso de MDM, que tem no epicentro a eleição do sucessor de Daviz Simango na liderança deste partido, que no momento apresenta três candidatos.

Mais recentemente, semana finda, num périplo politico pela província da Zambézia, Lutero Simango  considerou  o MDM “moribundo” e que ele era  único capaz de dirigir o MDM, advertindo que caso contrário, o partido será engolido pela crise política reinante no mesmo.

Na sua passagem por Quelimane, no sábado último, para medir o nível da sua popularidade e sua acreditação ao nível interno do partido, manteve encontros com todos os elementos e membros da Zambézia.

Citado pela DW África, Lutero Simango falou sobre a necessidade de se revitalizar a política inclusiva, para evitar derrotas eleitorais pesadas, tal como aconteceu nas eleições autárquicas e gerais de 2018 e 2019. “As expetactivas são boas e sabe-se que estamos a circular em todas as delegações provinciais”, disse, ajuntando que “estamos em contacto permanente com as bases políticas”, afirmou, a acrescentar que “teremos bons resultados no terceiro congresso e é preciso clareza na governação partidária. Somos democráticos”, vincou.

Lutero Simango é o irmão mais velho de Daviz Simango, fundador e ex-líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), que perdeu a vida em Fevereiro último, vitima de doença, concretamente paragem cardíaca, na África do Sul.

 

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