Preto & Branco

Governo “forja” força especial contra raptos e terrorismo

Perante a avalanche de raptos que tiram sono ao país, principalmente a classe empresarial, nas principais cidades do país, com realce para acapital e às investidas terroristas, em Cabo Delgado, que poderão se alastrar por outras províncias, O governo decidiu criar uma força especial para contrariar aqueles tipos de crime.

O país passará a contar com uma unidade anti-raptos e anti-terrorismo, como uma acção central na reestruturação das Forças de Defesa e Segurança (FDS), cujo processo já levou a exoneração de ministros da defesa e do Interior, suas semanas atrás.

A unidade em criação integra um grupo de oficiais da Polícia da República de Moçambique (PRM) que estão a ser treinados para responder aos raptos nos centros urbanos e ao terrorismo no norte do país, que o próprio Comandante da PRM, Bernardino Rafael, reconhece ter efeitos bastante negativos.

“Provocam terror e metem medo aos moçambicanos, sobretudo à classe empresarial, sendo que é necessário aperfeiçoar as formas de combater e prevenir os raptos, tal e qual estamos a combater o terrorismo”, vincou O Comandante da Polícia.

Segundo apuramos, a criação desta unidade insere-se no processo de reestruturação das Forças de Defesa e Segurança (FDS) o que é considerado como uma medida que peca por ser atrasada, considerando o tempo que estes dois males afectam o país.

É de ressalçar que a nda de raptos é a principal preocupação dos empresários no país em termos de segurança, e dados oficiais indicam que neste ano foram raptadas nove pessoas. No entanto, de 2018 a 2021, o número de pessoas raptadas é de 30, maior parte das quais empresários e/ou seus familiares.

As novas caras recém nomeadas e empossada são; Cristóvão Chume (Defesa) e Arsénia Felicidade Félix Massingue (Interior), com larga experiencia nos seus ramos de actuação.

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