Preto & Branco

Cerca de 20 praias na lista “negra” de Nyusi

O Presidente da República (PR), Filipe Nyusi, aliviou domingo último, com efeito a partir desta segunda-feira, um conjunto de restrições relacionadas com a prevenção da Covid-19, incluindo o horário do recolher obrigatório, mas as praias continuam interditas e, inclusive, houve acréscimo à lista.

Nas medidas a vigorar desde o dia 25 de Outubro até 20 de Dezembro, o horário do recolher obrigatório noturno nas principais cidades do país, passa a ser das 00:00 às 04:00, quando antes vigorava a partir das 23:00, anunciou o PR, na sua comunicação à nação na noite de domingo, dia 24 de Outubro.

Filipe Nyusi declarou ainda um alargamento de horários de espaços comerciais e o aumento de capacidade de teatros, cinemas, auditórios, piscinas, locais de culto, museus, bem como para eventos sociais e privados, incluindo bares que  passam  a poder abrir até às 21:00

O Presidente moçambicano justificou as medidas com o actual cenário: “os indicadores epidemiológicos estão nos níveis mais baixos de alerta” e são igualmente favoráveis “nos países vizinhos”.

Praias continuam na lista “negra”

Na outra face, o PR manteve o encerramento de algumas praias onde havia grandes concentrações, quase duas dezenas, com destaque para a zona sul, onde alistamos nove praias. Já constavam e continuam na lista “negra” presidencial as praias da Costa do Sol, Katembe, Ponta do Ouro e Macaneta, na cidade e na província de Maputo; praias de Bilene, Xai-Xai, Barra, Tofo e Guinjata, nas províncias de Gaza e Inhambane.

Na zona centro, alistamos cinco praias, nomeadamente Ponta Gêa, Estoril e Macuti, na cidade da Beira e Zalala, na cidade de Quelimane. Aqui houve acréscimo da praia fluvial, o areal do rio Revuboé, na capital provincial de Tete.

Na zona norte, alistamos cinco praias, nomeadamente Fernão Veloso, na cidade de Nacala, e Wimbe, Marrenganhe, Sagal e Inos, na província de Cabo Delgado.

Moçambique tinha até segunda-feira última, um total acumulado de 1.928 mortos e 151.225 casos, dos quais 98% recuperados e 11 internados.

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