Preto & Branco

Juiz “iliba” Guebuza e Nyusi

O juiz que julga o caso das dívidas ocultas, Efigénio Baptista, disse que não foram encontrados indícios, nos rastreamentos feitos, de o anterior Presidente da República, Armando Guebuza e o actual, Filipe Nyusi, à altura dos factos Ministro da Defesa, de terem recebido subornos da Privinvest que condicionaram o desfalque de cerca de 2.2 biliões de dólares ao Estado Moçambicano.

Efigénio Baptista respondia, na quinta-feira última, às preocupações do réu Gregório Leão, que de segunda a sexta-feira este no banco dos réus, que quis saber por que motivo outros membros do Comando Conjunto das Forças de Defesa e Segurança, que incluía Guebuza e Nyusi, não estão sentados no banco dos réus, considerando que este órgão é decidiu sob a contratação das dívidas. Visto que no seu funcionamento o Comando Conjunto das FDS era presidido pelo Presidente da República, na condição de Comandante chefe das FDS, na altura dos factos Armando Guebuza ‘e exercia o cargo. Enquanto, Filipe Nyusi, na qualidade de ministro da defesa, dirigia o Camando Operativo das FDS, órgão que organizava toda agenda do Comando Conjunto e servia como elemento de coordenação a este nível..

Segundo o magistrado, todas as contas bancárias de Armando Guebuza e de Filipe Nyusi foram rastreadas, mas não foram identificados movimentos suspeitos.”Em todas as contas do Presidente Guebuza e da sua mulher não houve recebimento de dinheiro do grupo Privinvest”, defendeu, ajuntando que nas do actual chefe de Estado, Filipe Nyusi, também “não tem nada no processo de que recebeu algum dinheiro do grupo Privinvest”.

O Efigénio Baptista  desafiou a qualquer que tenha informação em contrário, para que “vá entregar na Procuradoria-Geral da República”.

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