Preto & Branco

Presidente português doa mais de 2 biliões de Meticais

O Presidente de Portugal, vai doar os 30 mil euros do “Prémio José Aparecido de Oliveira”, atribuído pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), para apoio às vitimas de ataques terroristas em Cabo Delgado.

O prémio que foi anunciado em Março e, recentemente, Marcelo Rebelo de Sousa revelou que o valor de 30 mil euros, correspondente a cerca de 2 biliões e  230 milhões de meticais[ Segundo o conversor de moeda europeu OANDA], serão entregues à Caritas de Moçambique para que sejam distribuídos pelas organizações não-governamentais em Cabo Delgado.

Concretamente, o anúncio foi feito no sábado (dia 17 de Julho), em Luanda, por Marcelo Rebelo de Sousa depois de ter recebido o prémio durante a cimeira de Chefes de Estado e de Governo da comunidade.

“Tenciono doar o valor deste prémio à Caritas de Moçambique para que seja distribuído pelas organizações não-governamentais que em Cabo Delgado tanto fazem, e em condições tão difíceis, pela verdadeira e duradoura paz social com ilimitada devolução humanitária”, disse Rebelo do Sousa, antes de salientar os princípios da justiça, da democracia e da liberdade.

O estadista português, e que viveu parte da sua juventude em Moçambique, acrescentou que “para estes e para todos os que em todas as nossas pátrias soberanas constroem a liberdade, a fraternidade e justiça todos os dias vai o meu primeiro e último pensamento”.

Realçou ainda que o “prémio representa também uma enorme responsabilidade no sentido de continuarmos juntos a pugnar pela valorização da língua portuguesa e pela promoção dos princípios e objetivos da CPLP”.

Instituído em 2011 e de cariz bienal, o “Prémio José Aparecido de Oliveira”, antigo diplomata e ministro da Cultura do Brasil e um dos principiais idealizadores da CPLP, homenageia personalidades e instituições que se destacam na defesa, valorização e promoção dos princípios, valores e objectivos da comunidade, bem como na realização de estudos e trabalhos de investigação afins.

Angola acaba de assumir a presidência rotativa da CPLP na cimeira de Luanda que aprovou um acordo de mobilidade entre cidadãos da comunidade, que cria o visto de residência e a autorização da residência para membros dos Estados dentro do espaço comunitário, uma das decisões de relevo e que há muito era esperada.

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