Preto & Branco

Uso de Plataformas Digitais é nova aposta do Festival Mtn Bushfire

Maputo (08 de Março): Face ao actual contexto da Covid-19, a equipa organizadora do Festival MTN Bushfire, um evento com foco na música e nas artes cênicas, reforça a sua estratégia para a realização do mesmo, por via de plataformas digitais e tecnologias de ponta, para prosseguir com o estímulo da arte e a promoção da diversidade cultural de vários países, incluindo Moçambique.

Neste momento, está em curso o desenvolvimento de novas plataformas para facilitar a realização do evento que usa o poder das artes para fazer uma chamada de atenção sobre a necessidade de apostar-se em mudanças sociais e ambientais. “Se haver possibilidade de realizarmos o festival presencial, iremos associar com as nossas plataformas digitais”.

A 14ª edição do Festival MTN Bushfire 2021 será de muita inovação e criatividade, segundo a garantia da equipa organizadora. “Tivemos que nos tornar muito mais eficientes. Como realizamos eventos físicos de grande envergadura, tivemos que repensar tudo e ser estratégicos na busca pelas novas oportunidades. Diante da nova situação, decidimos nos mover, para o espaço digital”, sublinhou.

Desde a primeira edição, em 2007, o festival em causa que acontece em Eswatini teve o seu primeiro adiamento, no ano passado, por conta da pandemia. “Adiar o festival de 2020 foi a coisa mais dolorosa que já tivemos que fazer. Mas fizemos isso para proteger os nossos fãs. Agradecemos a todas as pessoas que nos apoiaram ao longo deste tempo, não apenas os fãs, mas também os patrocinadores”, explicou a equipa organizadora.

Nas edições anteriores, Moçambique já esteve representado por vários grupos de artistas como Kapa Dech, Timbila Muzimba, Granmah, Ghorwane e Banda Kakana Além de Moçambique, os países da região de África Austral, tais como Eswatini, Botswana, Lesotho, África do Sul e Zimbabwe, também marcaram a presença, bem como alguns países de África Oriental, Ocidental e Central.

Refira-se que na edição de 2019, o evento juntou mais de 300 artistas de 18 países, dos quais 13 países africanos. Em toda programação do festival sempre apostou-se no equilíbrio de género, igualdade e empoderamento.

“Temos uma relação muito próxima com Moçambique. O intercâmbio cultural entre Eswatini e Moçambique tem resultados incríveis”, destacou.

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