Preto & Branco

Vice-ministra lança programa de formação

A Vice-ministra de Transporte e Comunicações, Manuela Rebelo considera o início do programa de reciclagem obrigatória dos condutores que vai abranger um pouco mais de 600 condutores pertencentes as cooperativas que operam na região metropolitana de Maputo, que inclui os municípios de Maputo, Matola, Boane e Manhiça, Namaacha e o distrito de Marracuene, como parte das realizações do Governo para assegurar o transporte público de passageiros de qualidade que garanta o deslocamento dos munícipes em condições seguras e condignas.

Portanto, Rebelo falava na cerimónia de lançamento oficial do programa de formação e reciclagem que teve lugar no passado dia 19 do mês em curso na Escola de Condução EMTPM-Especial, onde estiveram presente a Directora dos Recursos Humanos do Conselho Municipal de Maputo, Albertina Tivane em representação do presidente da autarquia, Éneas Comiche, o presidente do Conselho Municipal da Manhiça, o Director Nacional de Transportes, Membros do Conselho de Administração da EMTPM e presidentes das cooperativas que operam na região metropolita.

De acordo com a dirigente, a maior aposta do governo é ver o sector de transporte doptado de capital humano capaz de responder aos desafios do momento, sobretudo para o melhoramento do serviço de transporte.

“A reciclagem que hoje inicia vai proporcionar aos condutores ferramentas adicionais para melhorar a sua actuação na via pública, nomeadamente na promoção da segurança rodoviário, condução defensiva, manutenção e conservação dos meios, atendimento condigno ao público utente”, salientou.

 

Por seu turno, a governante sublinhou que a reciclagem dos motoristas afectos ao serviço de transporte público de passageiros é de extrema necessidade, pós para além da habilidade de condução de veículos, valores sociais, comportamentos e atitudes compatíveis com a nobre profissão, os motoristas devem sempre estarem cientes que no seu dia-a-dia transportam vidas humanas que merecem o devido respeito e tratamento.

Findo, a governante exortou aos actores do processo, nomeadamente o AMT, a Fematro, as empresas municipais e aos instruendos para tornar o programa sustável.

” Apelamos aos motoristas para que continuem a respeitar escrupulosamente as regras de trânsito, atendam com cortesia aos passageiros, tenham o necessário equilíbrio emocional e prudência na via pública e conservem os autocarros. Aos intervenientes no serviço de transporte exortamos e encorajamos que implementem entendimento alcançado e definem a reciclagem como requisito principal para o exercício de transporte público de passageiro”, apelou.

A reciclagem obrigatória de condutores, deverá estender-se para todo território nacional no quadro do entendimento alcançado entre os operadores deste sector e será condição para o exercício desta actividades no país.

 

Intervindo na cerimónia, o presidente da FEMATRO Castigo Nhemane manifestou sua satisfação no projecto levado a cabo pelo Governo, através da Agência Metropolitana de Maputo de reciclagem dos motoristas ministrada pela Escola de Condução EMTPM ESPEACIAL.

Contudo, Nhemane destacou os ganhos que os seus associados poderão obter em dispor no seu quadro do pessoal, motoristas devidamente capacitados para continuar a transportar passageiros de forma segura. O dirigente daquela agremiação espera que no futuro breve o programa seja abrangente aos condutores dos veículos com 26 e 15 lugares acreditando que isso possa reduzir de forma significativa os acidentes de viação que envolvem os serviços de transporte público de passageiros.

Rodrigues Tsucane, Presidente da CONTRAC considera peculiar e necessária esta acção, e uma vez que a sua Instituição presta serviços públicos.

“Há uma necessidade de haver sempre atualização e reciclagem por parte de quem é, o executor do dia a dia, para a CONTRAC de forma particular é preciso perceber que estamos com cerca de 150 Condutores um numero bastante significativo, ao acontecer esta reciclagem é gratificante para nós” enalteceu Tsucane.

Questionado sobre a gestão de transporte nesta pandemia, Tsucane reconhece que a questão de Covid19 é uma realidade, sobre o ponto de vista de operação, tem afetado com aquilo que é o rendimento das obrigações do dia, a dia.

A dirigente disse que não tem sido fácil, é um processo difícil, estando a trabalhar dentro do possível, também é preciso entender como primeira Cooperativa, e está com algum problema sobre o ponto de vista de numero de meios disponíveis para dar resposta aquilo que são as suas obrigações, e deste momento existem 15 autocarros avariados, e face a esta avaria, a cooperativa está no processo de colocar esses meios a disposição do povo.

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