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MRM celebra oitavo aniversário de exploração de rubis em Moçambique

A Montepuez Ruby Mining (MRM) celebrou recentemente oito anos de exploração de rubis em Moçambique, e no rescaldo deste período estão vários reconhecimentos, entre eles o de um dos dois maiores contribuintes para os cofres do Estado, tanto a nível provincial assim como nacional.

A MRM iniciou as suas operações em 2012, anunciando um futuro mais próspero para Moçambique, ao iniciar a exploração de rubis no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgadoe, volvidos oito anos, os resultados sãos visíveis em diferentes frentes de desenvolvimento em Moçambique.

No que diz respeito ao crescimento e contributo da empresa, nos últimos cinco anos, a MRM foi consistentemente premiada como a maior contribuinte da província de Cabo Delgado, e foi também recentemente anunciada como uma das duas empresas mineiras que mais receitas geram para os cofres do Estado Moçambicano.

Mas as distinções que a MRM tem vindo a receber não terminam aí. No último ranking das 100 maiores empresas do país, promovido pela KPMG, a empresa mineira foi distinguida como a melhor empresa que operou em Moçambique em 2018, em termos de desempenho, com uma taxa de crescimento de 29,52%; taxa de autonomia financeira de 54%; taxa de volume de negócios de 54%; rentabilidade do capital próprio, 89,41%; e liquidez geral.

2018 foi também um destaque para a MRM em termos de receitas, ao atingir resultados históricos no seu leilão de Junho com $71,8 milhões de USD, e um total anual de $127,10 milhões de USD.

Outra forma da MRM transformar a vida dos Moçambicanos é através do emprego. Dos seus cerca de 1.300 funcionários, 95% são Moçambicanos, dos quais 60% são do Distrito de Montepuez.

Estes empregados, uma vez contratados, realizam o seu trabalho da forma mais segura e limpa, porque a Saúde e Higiene no Trabalho continuam a ser um foco fundamental na MRM, que está a realizar a extracção sem o uso de produtos químicos.

Numa tentativa de melhorar a empregabilidade local contínua e encorajar o auto-emprego, a MRM também lançou um programa de formação profissional com a duração de 7 anos, destinado a capacitar 2,100 membros da comunidade com competências profissionais.

Neste tempo, na área do desenvolvimento comunitário, a MRM mudou a vida dos residentes no Posto Administrativo de Namanhumbir e arredores, que se encontra perto da concessão da MRM e recebeu um prémio de Melhores Práticas de Responsabilidade Social na Província de Cabo Delgado em 2017.

Todavia, a empresa construiu três escolas primárias com 13 salas de aulas e 6 casas para professores (nas aldeias de Nanune, Mpene e Nseue), e também reabilitou outra com 5 salas de aulas na aldeia de Nanune, que em conjunto disponibilizam uma capacidade para 2.000 alunos.

Com um foco na sustentabilidade da subsistência, a MRM também criou 9 associações agrícolas que beneficiam mais de 400 habitantes locais através da formação de competências, sementes melhoradas, pesticidas e equipamento agrícola que melhoraram o rendimento em 200% e proporcionam uma fonte regular de rendimento. Duas destas são criações de frangos que fornecem uma fonte de rendimento regular para as mulheres e já produziram 35.000 frangos desde o início de 2016.

Na área da saúde, para além de ter construído uma enfermaria ambulatória para o Centro de Saúde de Namanhumbir, a MRM continua a fornecer duas clínicas móveis, que prestam serviços básicos de saúde a 10 comunidades localizadas remotamente a partir do centro de saúde local.

Desde o início deste projecto, foram prestados mais de 125.000 serviços básicos de saúde nas áreas de Saúde Materna e Infantil (MCH), o Programa Alargado de Imunização (EPI) e Consultas Externas.

Durante a pandemia Covid-19, apesar da suspensão de todas as operações mineiras excepto as críticas, a MRM continuou a apoiar as comunidades locais, desta vez através da promoção de campanhas de sensibilização da Covid-19 e da produção em massa de máscaras faciais para o governo distrital distribuir a quem não as possa comprar.

A MRM e a empresa-mãe Gemfields, continua a procurar operar de forma que contribua positivamente para a economia nacional, assumindo simultaneamente um papel de liderança na modernização do sector de pedras preciosas coloridas e na construção de meios de subsistência sustentáveis para as comunidades que vivem nos arredores da mina.

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