Preto & Branco

INAE encerra mais de duzentas barracas

Perto de 225 barres, barrcas, restaurants e bottles-stores que viram as suas portas a serem fechadas pela Inspecção Nacional das actividades Economicas(INAE) por não obedecer as leis impostas pelo PR.  Neste mesmo período foram detidas 15 pessoas por desobediência do mesmo decreto. Esta informação foi tornado publica pelo director das operacoes da Industria e Comércio Tomas Timba.

Timba apontou que desde a entrada em vigor do novo estado de Emergência a INAE tem vindo a fazer as fiscalizações como forma de assegurar a minimização dos efeitos da covid-19.

“Durante os trabalhos elevados a cabo pela INAE foram fiscalizadas um total de 1676 estabelecimentos em todo território nacional com destaque para os estabelecimentos de diversão, e bem sabido que estes locais em regra deve fechar as 17h, mais no terreno vimos que ainda existem desafios por parte dos donos dos estabelecimentos pois os mesmos tem dado os seus serviços fora da hora normal, no que concerne aos produtos básicos pudemos perceber que não há nenhuma défice e os preços continuam estáveis. No que concerne ao cimento, verifica-se que existe maior procura do mesmo nos mercados o que indica que existe uma défice embora as empresas estejam a produzir com algumas dificulades devido a falta da matéria-prima que  a maior parte dela vem do exterior mais também verifica-se que algumas moageiras estão danificadas”, explicou a fonte

O director frisou ainda  que dos trabalhos que se tem levado a cabo verificou-se que há deficiência na distribuição do cimento nos mercados.

“há falta de clareza no processo do fornecimento deste produto por parte dos distribuidores a outra constatação e que a discaminho do cimento disponibilizado para o Mercado informal ou seja os distribuidores ao invés de colocar o cimento nos locais habituais este só optam por desvia-lo para colocar no Mercado informal onde os preços andam relativamente altos que variam de 450 a 520mt”.

Tomas Timba acrescentou que face estes desvios do cimento o INAE tem tomado medias” face a tudo isso temos trabalhado com a fábricas com vista a traçar estratégias do cimento produzido, temos feito intensificação de inspecções no Mercado tendo culminado com cativação de 1025 sacos e tomadas medidas administrativas para aplicação de multas correspondentes a 1 distribuidor e 2 retalhistas por embarçamento e vendas em apresentar comprovativos do preço praticado e por fim temos feito reuniões com os distribuidores para buscar soluções que devem passar por partilhar a quantidade do cimento recebido e distribuído incluindo a indicação de estabelecimentos fornecidos com a emissão de facturas no processo de venda” terminou o director

De realçar que o INAE continua a notar um consume exagerado e irresponsável de bebidas alcóolicas, a falta de observância do distanciamento interpessoal, venda e consume de bebidas alcóolicas em espaços públicos, falta de cumprimento de horário de funcionamento de bottles-stores e restaurants e a existência de barracas de venda de bedidas alcóolicas não encerradas voluntariamente.

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