Preto & Branco

Dia Internacional da sensibilização contra a violência da pessoa idosa

Celebrou-se na segunda-feira passada em todo o mundo o dia internacional da sensibilização contra a violência da pessoa idosa, um dia na história sem as habituais celebrações dessa efeméride devido impacto da covid-19, o novo coronavírus que afectou em todo o planeta terra. As celebrações na capital de Maputo foram dirigidas pelo Presidente do Conselho Municipal de Maputo Eneas Comiche, no Centro Comunitário Aberto da Polana-Caniço.

A cerimónia contou com a participação de representante do Fórum da Terceira Idade e líderes locais e para assinalar a data, foram realizadas diversas actividades, com destaque para palestras de sensibilização contra violência a pessoa idosa e a entrega a este grupo vulnerável de máscaras, gel e sabão, no âmbito da prevenção da propagação da Covid-19

Pela ocasião da passagem da efeméride do Dia Internacional da Sensibilização sobre Violência contra a pessoa idosa, a nossa equipe de reportagem escalou a rua para colher sensibilidades desta data que o mundo celebra pela primeira vez sem as festividades de consciencialização contra a violência da pessoa idosa.

Entretanto, as fontes entrevistada alusiva a esta efeméride, são unânime da existência das violência dos direitos do idoso que o país tem assistido para esta camada e repudiam veementemente o acto e defende a valorização da mesma pessoa por constituir uma biblioteca imortal e que todo mundo goza de direito a vida.

Maior parte dos casos de violência contra a pessoa em Moçambique é apontada a feitiçaria que leva a acto macabro das famílias moçambicana. E é por conta dessa que a Judite Leonardo residente na Matola apela a maior valorização da pessoa idosa e que o dia 15 de Junho não uma simples data mas, sim um dia de reflexão contra a violência do idoso.

“é preciso serem respeitados e eles cuidaram de nós e já de uma hora para outra nós mesmos castigamos ou violentamos o que são os direitos da pessoa idosa claramente não fica bem”, disse Judite Leonardo.

Judite Leonardo pela sensibilização da violência contra a pessoa idosa apela a sociedade em geral que haja um bom convívio para com os idosos e que a mesma cuide bem das nossas bibliotecas e respeitar.

E para Marcos Massembe estudante universitário e residente na Matola expressou-se a nossa equipe de reportagem que no contexto moçambicano, verifica-se o não respeito para com o idoso e não na sua totalidade mas sim, um certo grupo que regista este acto maléfico portanto, nos casos que são acompanhados na sociedade moçambicana existe o ponto de crescimento dos progenitores que pela esta razão, são abandonados, sem assistência e ou mandado embora com seus próprios filhos por alegadamente ter uma idade avançada que na óptica destes, a velhice constitui feitiçaria e perigo para a família.

“Os pais são abonados pelos seus próprios e um caso recente, verificou-se na província de Inhambane um caso de uma família que terá tirada a vida de um ancião alegando ser feiticeiro e por sua vez as autoridades da justiça condenou uma pena de 24 anos de prisão e a partir dai, maior parte da sociedade moçambicana não valoriza o idoso e mal que atinge os 60 anos já é acusado de feiticeiro e não olhamos para idoso como aquela pessoa importante. Até existe outras pessoas que criticam quando vê os jovens a conversar com idosos em particular as mulheres tem uma estigmatização”, expressou-se Marcos Massembe o seu sentimento pela passagem da efeméride.

Entretanto, para o combate a violência da pessoa idosa, as fontes indicam um meio alternativo que é a sensibilização das comunidade sobre o valor do idoso que carrega e apesar de ser difícil de consciencializar as massas, desrespeitar qualquer pessoa é desumano e o instrumento que regi os moçambicanos defende que todo cidadão tem direito a vida e dever de respeitar o outro.

“A sociedade carece de uma consciencialização individual do eu e outros e por ai. Mesmos nos espaços públicos carecem de cedência em termo de prioridades da pessoa idosa, estou a falar dos hospitais, nos transportes. Nos hospitais se não está o assistente auxiliar de saúde a inspeccionar os idosos e pessoas grávidas não tem tido cedência e esta forma de pensar temos que mudar”, apelou Marcos Massembe.

A falta de respeito para com a pessoa idosa, espera-se no futuro uma sociedade sem linhagem, dignidade, respeito e princípios.

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