Preto & Branco

Secretário de Estado do Desporto encoraja a Federação Moçambicana de Vela e Canoagem  a dar seguimento aos planos de criação de mais associados de modo que  possam disputar campeonatos nacionais e internacionais

Carlos Gilberto Mendes, efectou uma visita a sede da Federação Moçambicana de Vela e Canoagem, localizadas no recinto do Clube Marítimo, para inteirar-se dos projectos daquela  agremiação desportiva, onde ficou a saber da situação dos atletas apurados para os jogos olímpicos, e do estágio dos projectos do organismo.

Na visita que teve a duração de cerca de uma hora e meia de tempo, o Secretário de Estado do Desporto quis perceber inicialmente o estágio dos vários projectos do organismo, tendo na ocasião encorajado a Federação Moçambicana de Vela e Canoagem, a dar seguimento aos trabalhos.

Ainda na mesma senda, o dirigente deixou ficar um desafio à FMVC, para que o organismo aproveite as instalações do Clube Náutico da Katembe, para instalar a sua sede.

“Estamos aqui para fazer o acompanhamento dos atletas que pelo decreto presidencial, tiveram autorização para voltar aos treinos, e entender da Federação Moçambicana de Vela e Canoagem algumas dificuldades que eles enfrentam (…)se existem questões que precisam ser resolvidas, mas também perceber um pouco da vitalidade do Clube Marítimo que tem uma ligação forte com os atletas apurados aos Jogos Olímpicos” disse o Secretário de Estado do Desporto acrescentado que:”Existem muitas formas dos clubes se auto-sustentarem(…) os desportos náuticos particularmente não são baratos, é preciso uma estrutura financeira boa, geralmente os donos dos barcos são pessoas de empresas, então a aproximação e ligação destes potenciais patrocinadores para os desportos náuticos são parte para solução destes problemas”.

Por sua vez o presidente da Federação Moçambicana de Vela e Canoagem, Hélio da Rosa, garantiu que as atletas qualificadas para Tóquio 2021, estão em contínuo treino, observando as principais regras de prevenção à covid-19.

“Estão todas as condições criadas para que os atletas continuem o seu trabalho, tínhamos a Deise Nhanquile que vivia um pouco longe, em Kongholote, mas criamos todas as condições para que ela estivesse cá na cidade, e agora está viver com irmã, não é fácil mas pensamos que vamos conseguir gerir a atleta“.

Já o Comité Olímpico Nacional que esteve representado no local pelo seu presidente Aníbal Manave, assegurou a criação de condições mínimas para que tanto as meninas da Vela como as do Boxe, tenham uma preparação condigna.

“Depois do anúncio do Presidente da República, nós criamos uma comissão técnica para tratar desta questão da covid-19, e uma das decisões tomadas pela comissão é que os atletas deviam estar hospedados na Vila Olímpica, e, o Comité Olímpico haveria de acionar os seus protocolos para obter essas casas. Esse é um processo que penso que vamos terminar esta semana, vamos aos poucos reabilitar os apartamentos porque estão um pouco degradados, e de tal forma acolher os treinadores e os atletas. Até lá vamos apoiar no transporte individual, com combustível de forma a levar os atletas aos treinos (…) temos cinco atletas qualificadas, e só duas é que são bolseiras, da Vela e do Boxe nomeadamente, a Rady e a Deise. Felizmente conseguimos fazer com que as outras também passem a ser bolseiras também, portanto, vão ter condições de poder treinar” terminou.

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