Preto & Branco

“África não é lixeira mas sim, um luxo que todos cobiçam” diz Zefanias Munguambe

Numa vertente analítica de uma África do presente e do passado, para Zefanias Munguambe chefe do Departamento Central de formação e capacitação em administração do trabalho do IFPELAC, leccionado em história e geografia, mestrado em Ciências da terra ambiente e desenvolvimento rural, fez menção a nossa equipe de reportagem que a África de ontem viveu as suas vicissitudes e constitui uma geração única de um período das guerras intestinas na Europa e em África e, nessa altura África foi vítima da concupiscência das potências europeia que vira África com celeiro da riquezas que a sua indústria emergente precisava e mercado consumidor dos seus produtos manufacturais.

“África foi e é acima de tudo, o continente mais cobiçado por abundancia de todo tipo de riquezas que o mundo precisa razão pela qual as recorrentes colonizações e digladiações dos povos dos outros continentes pela posse das terras e recursos da mãe África. África foi e continua sendo o centro da gravitação dos povos do mundo pela sua peculiaridade geoestratégico e económico mundial”, fez menção Zefanias Munguambe.

Munguambe frisou lembrando que o africano foi bastante humilhado como escravo o que construiu um conceito errado de que o africano é servo e o europeu é superior, por outro lado, o africano desenvolveu em si o estigma e preconceito de inferioridade e mais tarde um comportamento de afro centrista externo o que tem perigado a convivência sã entre os antigos explorados de África e os africanos e “é por isso que de forma aparente, África é rotulado com coisas negativas mas à bem da verdade, o mundo hoje está cheio de problemas maus que superam até aquilo que nas relações intestinas dos africanos pode estar a acontecer e como já me referi, o complexo de superioridade que vinculas alguns grupos sociais é que pode estar a destorcer a realidade de África”, frisou Zefanias Munguambe.

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