Preto & Branco

Torna-se obrigatório o uso de máscaras em todos locais público

O executivo moçambicano aprovou na terça-feira as medidas de execução administrativa da actual fase de Estado de Emergência, em vigor desde 1 de Maio corrente, em todo o país.

O decreto ora aprovado vem consolidar e reforçar as medidas que já estavam em vigor desde o dia 1 de Abril, data em que iniciou a primeira fase das medidas restritivas no âmbito do combate à pandemia da COVID-19.

Esta nova novidades do decreto ora aprovado, consta a obrigatoriedade do uso de máscaras em todos os aglomerados públicos e Filmão Swazi disse.

“Para além da obrigatoriedade de uso de máscaras nos transportes públicos, trazemos como novidade o facto de que, em quaisquer outros lugares de concentração de pessoas vai ser obrigatório o uso de máscaras”, explicou o porta-voz do Conselho de Ministros, Filmão Swaze, durante o habitual briefing de final das sessões do órgão.

Conforme frisou, a obrigatoriedade do uso de máscaras e outras medidas decretadas no decreto presidencial de Estado de Emergência, se bem cumpridas, garantem que o país tenha a situação da COVID-19 controlada, contudo, o resultado, até aqui, mostra que há muita gente que não obedece.

“Tem sido constatado que em muitos lugares de aglomeração, nomeadamente, mercados, as pessoas não têm estado a respeitar a questão do distanciamento social, assim como do uso de máscaras”, disse Swaze, para justificar a obrigatoriedade do reforço desta medida.

Por seu turno, o Conselho de Ministros manifestou inquietação com o crescimento do movimento das pessoas nas vias públicas, o que para o órgão, subentende que algo vai mal.

“Fica a sensação de que, para algumas pessoas, há um relativo relaxamento, quer ao nível de circulação rodoviária, quer de circulação de transeuntes nas nossas estradas”, avaliou o porta-voz, deixando um alerta: “Queremos chamar atenção para o facto de, tal como disse Sua Excelência o Presidente da República, não criemos condições para que as Forças de Defesa e Segurança tenham de actuar para regular o nosso comportamento”.

Na senda do quadro das novidades do decreto, destaque para o relaxamento das imposições nos Balcões de Atendimento Único (BAU), com vista a responder à demanda acrescentou que vai passar a ter algumas aberturas para darmos vazão a algumas questões que fazem com que fiquem pendentes questões relacionadas com a própria COVID-19, refer-se a questões como a abertura de empresas, reserva de nome, etc.

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