Preto & Branco

Ofensiva terra e ar em Cabo Delgado: FDS desmantela base principal e põe terroristas em debandada

A frente militar dirigida pelas Forças de Defesa e Segurança (FDS), com a colaboração de unidades estrangeiras, esta a infringir pesadas baixas aos insurgentes e terroristas que assolam a província nortenha de Cabo Delgado, com relatos de desmantelamento da sua base principal e fuga, em debandada dos mesmos, incluindo dos seus comandantes.

“O Daesh (Estado Islâmico), pela primeira vez, está a ser combatido a sério, em Cabo Delgado”, informações “dão conta de um ataque das forças moçambicanas a “principal base” do Estado Islâmico, denominada “Síria (…) “os comandantes tanzanianos e ugandeses encontram-se em fuga”.. Estes são partes dos relatos divulgados esta quarta-feira, pela publicação Voz da América.

Na base da entrevista do comentador português Nuno Rogeiro à televisão SIC, de Lisboa, na última edição do programa “Leste a Oeste”, na qual o comentador disse que o grupo terrorista “está a ser derrotado, em muitos sítios”, em operações nas quais as forças moçambicanas recorrem a drones, aeronaves sem tripulação.

Durante o programa, em alusão Rogeiro teria exibido imagens aéreas que disse serem de elementos do Estado Islâmico em fuga após ataques das forças moçambicanas, alegadamente apoiadas pelas zimbabweanas.

O comentador e analista citou uma mensagem de um dos chefes do Estado Islâmico, de origem ugandesa, na qual diz à população que “nós viemos para vos libertar dos porcos (…) vocês têm que adoptar a lei da Sharia. Nós havemos de voltar”.

No entanto, a VOA refere que na terça-feira, 5 de Maio, viu na página do Facebook do comentador Nuno Rogeiro notas que dão conta de um ataque das forças moçambicanas a “principal base” do Estado Islâmico, em Cabo Delgado, denominada “Síria”.

Rogeiro escreve que “os comandantes tanzanianos e ugandeses encontram-se em fuga”.

Os ataques das forças moçambicanas ganham esta nova forma após o recente reconhecimento das autoridades de que o país é alvo de ataques terroristas.

Em cerca de três anos, ataques atribuídos ao grupo mataram, pelo menos, 900 pessoas e destruíram centenas de casas e edifícios estatais na província de Cabo Delgado, incluindo alvos militares e policiais.

 

 

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