Preto & Branco

Reclusos amnistiados regressam á Cadeia Central da Beira

Em menos de 48 horas alguns reclusos voltaram a cadeia por ter cometido mais um crime na sociedade.

Segundo a fonte disse que no passado os reclusos participavam em determinados cursos profissionais na cadeia tais como: Mestre de obras, Canalizador, Pintor, Electrecista, Carpinteiro e outros. Findo o curso todas as manhas saiam da cadeia para o campo para trabalhar nas obras da cadeia e voltavam ao fim do dia, com a metade da pena cumprida gozavam da liberdade condicional, levando consigo o kit de ferramenta para dar continuidade na comunidade.

um exemplo assinalável e a construção da Mesquita do bairro Ponta Gea e algumas Alfaiatarias de referencia que foram construídas/ exploradas por reclusos e alguns dos quais já cumpriram a metade da pena gozam da liberdade condicional e continua a fazer trabalhos com anteriores clientes da cadeia, garantiu.

Tudo começou a mudar em 2010 quando deixou de haver cursos formação profissional uma parte de reclusos cumpre penas em campos abertos tais como: Muxungue onde se produz ananas e castanha de caju, campo aberto de Tica produz vegetais e céreas, campo aberto de Metuchira em Nhamatanda produz milho e gergelim e campo aberto de Sacuze produz milho.

A profissionalização de reclusos na cadeia podia contribuir substancialmente quando terminar a sua condenação e permitir fácil inserção na sociedade pós a maioria fica muito tempo na cadeia e quando volta a vida normal não sabe de onde começar o que tem frustrado a maioria. Devia haver um acompanhamento para evitar que as pessoas voltar a cometer crime capacitando e dando oportunidade para o reinicio da vida desabafou.

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